Adoradores...

Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 28.mar.2017, Atos 22

E ele disse: O DEUS de nossos pais de antemão te designou para que conheças a Sua vontade, e vejas aquELE Justo, e ouças a voz da Sua boca.
[Atos 26.16; 1Coríntios 9.1; 15.8]
Porque hás-de ser Sua testemunha para com todos os homens do que tens visto e ouvido.
[Atos 1.8; 23.11; 4.20; Lucas 24.47-48; João 15.27]
E agora porque te deténs? Levanta-te, e baptiza-te, e lava os teus pecados, invocando o nome do SENHOR.
[Atos 2.21,38; Hebreus 10.22; 1Coríntios 6.11]

[036550]

abril 28, 2015


Homens, em especial, lideranças eclesiásticas, buscam honra.
E não a de DEUS!!

[030795]

Contexto bíblico:

"Como podeis vós crer, recebendo honra uns dos outros, e não buscando a honra que vem só de DEUS?" [João 5]

Há uma exacerbada expectação, uma azeda e irritante expectativa pelas lideranças eclesiásticas em serem honrados pelos outros; sim, sem dúvida alguma, os dirigentes dos lugares apelidados de 'igrejas' (igreja instituição) querem, obrigam e cobram de seus subordinados, seguidores, financiadores, a honra, um certo merecimento.

Na persistência em requerer honra, as lideranças eclesiásticas inventaram a suprema azia de uma tal 'cobertura espiritual' que somente eles, dirigentes da igreja instituição, podem suprir. Esta cobertura espiritual nada mais é que encabrestar os leigos, os meninos na fé, os inconstantes e incautos que não buscam a DEUS diretamente pelo Único Medianeiro, CRISTO [1Timóteo 2].

As lideranças eclesiásticas tem usufruído da Palavra de DEUS com a finalidade de obterem, de usurparem de forma capciosa, algum espetáculo cuja receita reverte-se em favor próprio, algum ganho, lucro, com refugo em suas crendices, sofisma, dogmas, sendo lúdicos religiosos.

Estas lideranças, preconceituosas, não podem e não querem vislumbrar em CRISTO, o nosso Libertador, antes, esperam que a honra lhes sejam arguidas, imputadas, inferidas, afinal, são eles, os dirigentes da igreja instituição, os anunciadores de um evangelho efêmero, sintetizado à prosperidade material, ao anseio do freguês da membresia;

São os dirigentes da igreja instituição opostos e oponentes à natureza da doutrina de CRISTO, pois quê, a glória, a honra a DEUS não lhes é favorável, não lhes traz benefício algum.

O próprio FILHO de DEUS, sendo em forma de DEUS, não teve por usurpação ser igual a DEUS [Filipenses 2], porém, os dirigentes eclesiásticos na prepotência que lhes é peculiar, se fazem mais importantes que o próprio FILHO, amam as primeiras cadeiras e os púlpitos, precisam ser vistos pelos homens [Mateus 23], precisam receber honra, precisam receber glória de alguém;

Os dirigentes eclesiásticos [pastores; padres; médiuns; presbíteros; missionários; apóstolos deste tempo presente; reverendos; bispos] precisam ser honrados, elogiados, aprovados, aplaudidos, querem ser o centro, estar no controle, querem exaltação, amam ser importante na vida alheia, reconhecem a queda do homem, e que DEUS trouxe à vida uma nova criatura, mas, odeiam e lutam contra isto.

E por que os dirigentes eclesiásticos lutam contra isto?
Por que esperam que os homens amem suas pregações, contam que as pessoas se preocupem em vê-los como salvos, que lhes deem reconhecimento, lhes agraciam com a glória e honra humana, afinal, eles não creem no que diz respeito ao ESPÍRITO SANTO, não se preocupam com um relacionamento com a glória de DEUS; mesmo por que, é DEUS quem mata o velho homem, do qual, o mesmo velho homem egocêntrico que as lideranças eclesiásticas não querem, jamais, se separar.

Os dirigentes eclesiásticos vislumbram no Antigo Testamento o serem tão importantes como foi o sacerdócio hebreu, que levava sobre seus ombros os nomes das tribos de Israel, entretanto, era uma figura que passou e, portanto, desnecessário em nosso tempo, mas que as lideranças eclesiásticas ainda se exaltam de serem como tais, com privilégios, com reservas.

E, contrariando a casta, as lideranças da igreja instituição (igrejas locais), somos restaurados por CRISTO à perfeita comunhão com DEUS, e neste sentido, ser o crente, um sacerdote [1Pedro 2].

Assim, em verdade, pelo testemunho da Palavra, são os crentes, salvos pelo sacrifício de CRISTO, recebem ainda o privilégio de sacrificarem-se pelo serviço ao SENHOR e daqueles à quem consagram a sua vida.

Concluir-se-á que, pelo contexto da Palavra de DEUSos crentes são sacerdotes, todos, sem hierarquia, sem privilégio da casta!!



Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.



abril 18, 2015


Sistematização do evangelho pela teologia judaizante evangélica, o cristianismo.

[030710]

Há uma constante discussão pelas lideranças eclesiásticas de que sem teologia não ocorre entendimento da Palavra de DEUS [contida na Bíblia], porém, isto nada mais é que a defesa dos interesses da exclusividade e da centralização do poder religioso nas mãos de 1/2dúzia de intelectuais da hierarquia monárquica da igreja instituição.

Muitos leigos da Palavra de DEUS, apesar de serem letrados, estão se deixando levar pelos ensinos da teologia judaizante evangélica...

E o que significa teologia judaizante evangélica??
Significa que as lideranças eclesiásticas estão usando de normas e preceitos do Antigo Testamento para sistematizar o evangelho de CRISTO para locupletar da fé alheia da membresia, chamando-a de 'cristianismo'.

Melhor dizendo, é em função do cristianismo que ouvimos lideranças religiosas dizendo da 'sistematização doutrinária do evangelho' usando estudos do Antigo Testamento, ou, criação e elaboração de doutrinas de homens reduzindo o evangelho de CRISTO a um mero sistema mesclando-o com "algumas" regras do Antigo Testamento, pois bem, é isso que a teologia faz, enganar pessoas por homens intelectualizados e mal intencionados, mesmo por que, conforme as lideranças religiosas nos deixam claro, é que a sistematização do evangelho pela teologia do Antigo Testamento leva há:
• sacerdotes centralizadores de poder ainda no tempo da graça
• construção de prédios religiosos em detrimento à ajuda aos pobres e necessitados
• dízimos para manutenção de ambos
• adestramento da membresia
• enfim, todo tipo de engano, argumentos capciosos no intuito de enganar, apenas!!

Conclui-se pelo exposto, os lideres religiosos são mágicos (e os que lhes são submissos pelo cabresto) em suas denominações religiosas apelidadas de 'igrejas' usando de ensinamento do judaísmo e mesclando-o ao evangelho, a religião pós ensinamento dos apóstolos, o cristianismo!!

Pronto! A fórmula foi composta, o cristianismo é judaizante, é como Pedro tentou fazer aos gentios para viverem como judeus e foi repreendido por Paulo [Gálatas 2], hoje, as denominações religiosas apelidadas de 'igrejas' fomentam-se por doutrinas de homens dissolutos [Mateus 15Marcos 7Colossenses 2miscigenando preceitos do judaísmo ao evangelho de CRISTO.

E esta verdade está nos alicerces da igreja instituição, mesmo por que, os desigrejados, temos conhecimento fidalgo das 'igrejas', e de que o cristianismo está corroborado com os ensinadores da teologia judaizante evangélica...

Não temos nada a esconder sobre o tal cristianismo ou sobre qualquer coisa relativa às igrejas, antes, o que apresentamos com base na Palavra de DEUS é justamente o contrário, expor os erros, enganos, fraudulência de seus pregadores, a usurpação da fé alheia, enfim, quem tem a esconder ou o que sempre presenciamos, e o que sempre defendem, são sujeitos compromissados com o próprio ventre, e tudo o que usam nada tem que se aproveitar ou edificar, antes, são pregadores incansáveis da teologia famigerada pela qual vivem as denominações, a teologia de argumentos capciosos que criam cabrestos aos menos esclarecidos ou ainda, meninos na fé, incautos e inconstantes seguidores de religiões e não de CRISTO.

Um exemplo de como sempre temos denunciado, da deturpação do evangelho pela teologia judaizante evangélica, podemos notar na referência ao 'cetro' (o qual é utilizado pela realeza como símbolo de poder), mas o comentário de um infeliz sujeito que se traja de 'pastor' diz que nos dias atuais o 'cetro' seria melhor entendido como AUTORIDADE, importante no contexto eclesiológico, o que é relativo às igrejas, mas digo, não a DEUS...

... pois é, como são pretensiosas as lideranças eclesiásticas, usam de tudo para viverem do AUTORITARISMO religioso, e nada do que dizem tem respaldo bíblico, e contra eles ainda está a Palavra de DEUS:

"¶ O Teu trono, ó DEUS, é eterno e perpétuo; o cetro do Teu Reino é um cetro de eqüidade" [Salmos 45]!!



Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.


abril 06, 2015


Evangélicos e seus bezerros de ouro

[030615]


Meditando em Êxodo 32, encontramos o relato do "bezerro de ouro", esculpido por Israel no deserto, enquanto Moisés, no monte santo, recebia as tábuas do amor; quele povo ofertava suas jóias, para obterem um "deus" para que se possível, o pudessem tocar!

Mas, hoje, o que presenciamos nos que se dizem também ser povo de DEUS, é estarem edificando altares e colocando neles seus bezerros de ouro.

Mas, eis, uma verdade, pois, somos capazes de esculpir "bezerros de ouro" e, pior, somos capazes de ignorar ou eliminar (se pudermos) aqueles que nos advertem do nosso pecado, principalmente, um povo que torna para si, ídolos, como locais apelidados de igrejas, pastores, cantores, pregadores televisivos...

Estes "bezerros", como já dizia, A.W.Pink, em sua maioria, são ministros do evangelho ordenhados pela igreja instituição; milhares daqueles que ocupam os púlpitos das igrejas modernas não estão mais engajados em apresentar as verdades fundamentais da fé em CRISTO; eles deixaram de lado a verdade e se entregaram a fábulas, crendices.

Em vez de magnificarem a grande vileza do pecado e revelarem as suas eternas consequências, tais ministros minimizam o pecado, por declararem que este é apenas uma ignorância ou uma ausência do bem. Em vez de advertirem seus ouvintes a fugirem da ira vindoura, tais ministros tornam DEUS um mentiroso, por declararem que ELE é muito amável e misericordioso e que, por isso mesmo, não enviará qualquer de suas criaturas para o tormento eterno; em vez de declararem que, 'sem derramamento de sangue, não há remissão', tais ministros apenas apresentam CRISTO como o grande Exemplo e exortam seus ouvintes a seguirem os passos dELE.

Temos de afirmar a respeito desses ministros evangélicos, porquanto, “desconhecendo a justiça de DEUS e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram a que vem de DEUS” [Romamos 10].

A mensagem, destes ministros evangélicos, talvez pareça bastante plausível, e seu objetivo, digno de louvor; todavia, lemos a respeito deles, por que, “os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de CRISTO. E não é de admirar, porque o próprio satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras” [2Coríntios 11].


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Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.


abril 03, 2015


Não me dê feliz páscoa!!
Esta é uma data comemorativa católica!!!

[030586]

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Nossos irmãos do site “Chamada”, são bem enfáticos, a Bíblia proclama conter a Palavra do único DEUS verdadeiro. Somando-se as provas históricas, arqueológicas e científicas, há muitas provas nEla mesma. Não existem tais evidências para outros “escritos sagrados”, portanto, quando nos referimos a JESUS CRISTO, Páscoa, devemos nos reportar aos Sagrados escritos e não em ensinamentos de homens...

Os judeus, não os árabes, foram escravos no Egito por quatrocentos anos, daí trazidos na quarta geração para a terra de Canaã. Os árabes não entraram na “Palestina” até a invasão brutal no século VII, depois que os judeus já haviam se estabelecido ali por mais de 2000 anos. Isso é História irrefutável, provada pela Páscoa. A libertação de Israel aconteceu através do juízo de DEUS na forma das dez pragas sobre o Egito. Na última foi requerido o sacrifício de um cordeiro por aqueles que quisessem escapar daquela terra amaldiçoada. Esse evento deveria ser comemorado para sempre com a refeição da Páscoa, introduzida naquela noite histórica:“Este dia vos será por memorial... Quando vossos filhos vos perguntarem: Que rito é este? Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor... quando feriu os egípcios e livrou as nossas casas” [Êxodo 12].

Quem guarda a Páscoa? Não são os árabes! Só os judeus a guardam pelo mundo todo até o presente. Quando um evento testemunhado por muitas pessoas é comemorado imediatamente, de um modo especial e guardado para sempre, temos aí a prova de que aconteceu como foi instituído. A Páscoa comemorada anualmente prova a escravidão de Israel no Egito e a sua libertação, como a Bíblia declara, e também que os judeus são os herdeiros de Abraão, com direito de posse sobre aquela terra, com uma promessa que DEUS por Seu beneplácito os agraciou há 4000 anos.

Não-judeus não tem direito nem propósito em guardar a Páscoa judaica.

No entanto, tem se tornado popular que cristãos gentios celebram o seder judeu. É verdade que o cordeiro pascal simboliza CRISTO, o Cordeiro que Abraão [Gênesis 22] disse a Isaque que DEUS proveria – mas o mesmo acontece com cada oferta levítica. No entanto, os cristãos não as oferecem mais hoje em dia. Então, por que celebram a Páscoa? Ela comemora o livramento ancestral do Egito, do qual os gentios não têm parte.

Mas a “Última Ceia” não era a Páscoa, e CRISTO não deu a Ela um significado novo, dizendo que deveria ser celebrada continuamente até a Sua volta? Um significado novo?
Impossível! A refeição da Páscoa, o cordeiro, tem um significado histórico envolvendo uma aliança eterna [Gênesis 17; 1Crônicas 16] a respeito da Terra Prometida. Esse significado não pode ser mudado. Aos judeus (não aos gentios) é ordenado guardar a Páscoa para sempre [Êxodo 12]. O próprio CRISTO não poderia ter dado um “novo significado” para a Páscoa.

Além do mais, a Última Ceia não era a Páscoa. Ela ocorreu na noite “antes da Festa da Páscoa” [João 13] e sem um cordeiro. Na manhã seguinte os judeus ainda estavam se guardando purificados para que pudessem “comer a Páscoa” [João 18]. Aquela tarde, quando CRISTO estava sobre a cruz, era ainda a “parasceve pascal”[preparação da Páscoa] [João 19] – Os cordeiros ainda estavam sendo sacrificados para serem comidos na refeição da Páscoa naquela noite.

Mas JESUS disse: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento” [Lucas 22]?
Sim, mas “esta Páscoa” não é a mesma com o cordeiro assado guardada somente pelos judeus em memória da libertação do Egito. “Esta Páscoa” foi algo novo inaugurado por CRISTO a ser comemorado com pão e vinho (em memória do Seu corpo partido e de Seu sangue derramado) por todos que crêem nELE (judeus e gentios).

Por que, então, JESUS chamou essa nova instituição de Páscoa?
Porque como Israel foi libertado do Egito pela morte de um cordeiro, assim ela comemora a libertação, dos que crêem, do pecado, do mundo pecaminoso e do julgamento por vir, através do verdadeiro “Cordeiro de DEUS”: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do SENHOR, até que ELE venha” [1Coríntios 11].

Paulo disse: “Pois também CRISTO, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” [1Coríntios 5].


Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente; Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.

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