Adoradores...

Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, março, 2020


ICorinthios 10

E não tentemos a CHRISTO
E não murmureis, como tambem alguns delles murmurarão, e perecerão pelo destruidor.
E todas estas cousas lhes sobreviérão em figura, e estão escritas para nosso aviso, em quem ja os fins dos seculos são chegados.
O que pois cuida que está em pé, olhe que não caia.
[Almeida, 1850]

[042466]


... amados adoradores...

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agosto 27, 2016


As reuniões (congregação) dos DESIGREJADOS

[034265]


  • Como é a reunião de vocês? Há algum modus operandi? Como funciona?

Bem, primeiro esclarecer que, em nossas reuniões, ao nos congregar, não há de forma nenhuma modus operandi ou em latim o que significa "modo de operação", e sim, vivenciamos o que nos ensina a sã doutrina, tal qual o ESPÍRITO SANTO nos admoestou em 1Coríntios 14:

"Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação."

E outra vez, em Efésios 4:


"Mas a graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de CRISTO. Por isso diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, e deu dons aos homens.
...
Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de CRISTO;
Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do FILHO de DEUS, a homem perfeito, à medida da estatura completa de CRISTOpara que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.
Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquELE que é a cabeça, CRISTO;"

Portanto, quando reunimos, ao nos congregar, permitimos a ação do ESPÍRITO SANTO, por que o centro, razão e motivo de nossas reuniões é CRISTO, jamais será por que este ou aquele homem seja a atenção;

Devemos ter a mente de CRISTO, e, viver por Sua promessa, por que onde estiver dois ou três ou mais reunindo (congregando) em Seu nome, ali ELE se faz presente [Mateus 18].

Assim, todos presentes à reunião dos desigrejados, na congregação, são convidados a ter a palavra, todos são participantes aplicados, diligentes e não apenas ouvintes, bem diferente dos cultos nas igrejas instituições (instituições religiosas apelidadas de 'igrejas') nas quais, apenas as lideranças eclesiásticas e seus mais chegados tem a oportunidade de falar;

Por que, nós, desigrejados, somos assíduos em buscar a Palavra do SENHOR, em meditação, leitura, estudos, e pela unção do ESPÍRITO SANTO somos ensinados; aprendendo que a Igreja Primitiva assim procedia, vivia desta forma, e todos nós procuramos viver ao máximo possível pela igualdade de outrora, mesmo que, admitindo nossos erros, estejamos distantes deste alvo; mas, devemos entender que tudo começa com estudos, comunhão, partir do pão, das orações, e é neste sentido que damos ênfase ao início da vivência dos cristãos da Igreja Primitiva testificada, em especial, em Atos.

  • Há celebração da "santa ceia" - ou como se chame...?

É necessário entender o que se chama de "santa ceia", afinal, mastigar um pedaço de pão francês e tomar um copinho plástico de suco de uva, que é a congruência com a eucaristia dos católicos, é a monomania ou mania que predomina a ideia fixa de que, comendo um pedaço de pão e bebendo o sumo da uva, na igreja instituição, se forjam a ser santos e participantes da carne e do sangue de JESUS; e biblicamente falando, não há verdade nisto;

Outro detalhe, o contexto de 1Coríntios 11 usado pelas instituições religiosas é de forma equivocada e no sofisma (argumento capcioso no intuito de enganar) que torna a "santa ceia" num ritual, ao estilo pagão, bem como da obrigatoriedade de ser somente o líder maior em ambas as instituições que ministram tal ritual;

Indo além, pelo dogma no caso dos católicos, apenas o padre é quem ingere a hóstia (suposto pão consagrado por homem) e bebe o vinho e os demais a hóstia; e, o sofisma aos evangélicos, regras para se "tomar" a tal ceia, tais como, os que não foram batizados pelas lideranças eclesiásticas, os atrasados nos dízimos, o casal que não realizou a cerimônia religiosa do casamento; e nada disso é testificado na Bíblia.

Em verdade, em verdade, CRISTO realizou um memorial, uma única vez, e deixou o ensinamento de que a "Ceia" é o repartir do pão, ensinou a repartir nosso pão, nossa comida, nossas dádivas e disse que ELE é o pão vivo e é ESSE que devemos compartilhar (anunciando as Boas Novas, o evangelho de salvação) para fazer memória d'ELE e não participar de rituais;

Lembrando que, Paulo em 1Coríntios 11, estava era dando uma "bronca" nos coríntios que comiam e não repartiam, e deu o exemplo de JESUS repartir o pão.

Há uma situação interessante quanto à igreja instituição evangélica (lugares apelidados de 'igrejas') na qual, utilizam-se de 1Coríntios 11 para tão somente expor uma santidade mórbida no cear com pão francês e suco de uva, entretanto, as lideranças eclesiásticas não admitem o ensino da prática de humildade que CRISTO nos transmite em João 13 o ato seguinte à quando estava com seus discípulos ceando pela última vez e lava os pés aos discípulos, uma vez que, os religiosos afirmam que este ato é simbólico; e na católica, uma vez ao ano, o papa ou algum padre lava aos pés de alguém.

  • Cantam hinos??

Há alguns irmãos que assim o querem, louvam a DEUS com salmos, entoam alguns hinos, sem necessário ser os vinculados aos hinários católico ou evangélicos.

  • Há pregação da Palavra? Fale-me mais sobre isso?

Sim, por certo, e necessário, e em verdade nas nossas reuniões, ao nos congregar, alguns irmãos, pela unção do ESPÍRITO SANTO (vivendo por 1João 2.27), pregam a Palavra (ensinos, estudos, doutrina bíblicos), vez que, a "pregação" é anunciar o evangelho, anunciar as Boas Novas, testificar de CRISTO e Seu ensino para que acha arrependimento, pois, e conversões, para que sejam apagados os pecados, "e venham assim os tempos do refrigério pela presença do SENHOR" [Atos 3].

  • Pouco vou a reuniões "na" igreja.

E eu com certeza não vou "na" igreja, mesmo por que, não vamos à, somos Igreja, então, por este motivo me desigrejei (saí, me desliguei) dos lugares apelidados de 'igrejas'.

  • Não me animei a promover uma reunião informal fora.

Por certo está perdendo um tempo preciso, por que o nosso entendimento vem ao encontro de que a Igreja inicia-se em nossos lares, em nossa família, que é a primeira instituição que DEUS criou [Gênesis 1.27-28]:

"E à nossa amada Áfia, e a Arquipo, nosso camarada, e à igreja que está em tua casa [Filemom 1];"
"Saudai aos irmãos que estão em Laodicéia e a Ninfa e à igreja que está em sua casa [Colossenses 4]."
"Saudai também a igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Acáia em CRISTO [Romanos 16]."

Enfim, não entendo que nossas reuniões, ao nos congregar, seja uma reunião informal, pois quê, estamos fora é apenas de um lugar religioso e de suas liturgias, e não da Igreja de CRISTO, e assim, convidamos outros irmãos a virem aos nossos ou vamos aos seus lares.


Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.

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agosto 13, 2016


Mais de 10 milhões de DESIGREJADOS - Parte 1
Os ressurgentes da Verdade que liberta

[034115]


Contexto bíblico 1Pedro 2:

"Porque éreis como ovelhas desgarradas; mas agora tendes voltado ao PASTOR e BISPO das vossas almas."

A existência real, ascendente e crescente de milhares e milhares de desigrejados, os que vêm se desvinculando ou deixando de frequentar, abstendo, rebelando contra o sistema de organizações religiosas apelidadas de 'igrejas' e que tem preocupado sobremaneira e levado à ira, à cólera, à fúria  aos senhorios (lideranças eclesiásticas) dos feudos evangélicos da igreja instituição (lugares apelidados de 'igrejas' ou instituições religiosas ou sistema religioso como um todo), e estes, como o costume lhes é peculiar por serem instáveis e volúveis, afirmam mentiras, manipulam inverdades com palavras fúteis, valorizam o que é considerado superficial, inútil ou apenas material, por mesquinharia, medo, falta de argumentos plausíveis e verdadeiros, querem nicar, almejam deixar em mau estado, querem danificar ou prejudicar aos desigrejados;

E é de crermos da ira, cólera e fúria das lideranças eclesiásticas quanto ao aparecimento e crescente número dos desigrejados, por que sobremaneira afeta e muito, os cofres religiosos das instituições e contas bancárias dos proprietários e fundadores das igrejas instituições.

  • A título de curiosidade, se por acaso, cada um destes 10 milhões de desigrejados, dessem um valor de R$10,00 (dez reais) por dízimos ou ofertas (e olha que este é um valor infinitésimo diante o que é real às sacolinhas), teremos um total mensal de R$100.000,00 (cem milhões de reais), e quanto a ira, cólera e fúria das lideranças eclesiásticas, falar-se-á...

Ao aparecimento crescente dos desigrejados, é imperioso entender e citar que, muitos dos que se iniciam na fé e esta iniciação se dá na igreja instituição, aprendem uma fé hipotética em CRISTO tão somente por um pacote pré-determinado de doutrinas e tradições em dogmas, sofisma e crendices forjadas por homens, que invalidam o mandamento de DEUS [Marcos 7].

Outros, frequentadores de anos ou nascidos em famílias católicas ou evangélicas, não aprenderam por que lhes foi usurpado, lhes foi oculto pelo pacote de doutrinas e tradições religiosas, que, através de um lar ou nas reuniões de irmãos, a Igreja de CRISTO é firmada sem a necessidade de imposição e obrigatoriedade por religiosos de um prédio/templo, um estatuto e um nome denominacional ou fantasia;

Estes iniciantes na fé, frequentadores de anos e nascidos em famílias católicas ou evangélicas, aprendem que a "igreja" é um prédio/templo com nome, e o "deus" que ali predomina é a liderança eclesiástica, o ídolo de ministério e todos lhe devem obediência, devem ouvir, nada ver, e seguir sem questionar, e muito menos ter a Palavra de DEUS [contida na Bíblia] como forma de se buscar conhecimento, sempre suas dúvidas devem ser dirimidas nas 'escolas dominicais' ou 'catequeses'.

E portanto, é de se entender por que estes iniciantes na fé, frequentadores de anos e nascidos em famílias católicas ou evangélicas não chegam a compreender sobre a original e essencial Igreja de CRISTO, estabelecida e firmada nos lares, pós ressurreição do SENHOR.

Pois bem, entre outros detalhes, notório, visível, e evidente, a Palavra de DEUS foi e é cerceada, censurada, e usada apenas pelas lideranças no único e real propósito em adulteração, modificação, adaptação ao pacote pré-determinado pela organização religiosa e de suas doutrinas e tradições, sendo este pacote razão de prevalecer uma escravidão religiosa aos fiéis e membros;

Ressalta-se que, a escravidão religiosa tem feito pelas lideranças eclesiásticas, fiéis e membros agressivos, irados por que, todas as vezes que anunciamos das verdades contidas na Palavra de DEUS, as quais eles não tem ouvido ou foram deturpadas e manipuladas (que é o ensino da igreja instituição), estes se iram, demonstram claramente que se convenceram do pecado mas não se converteram ao CRISTO, apenas, como são ouvintes e não praticantes do evangelho, negligenciam ao SENHOR e cheios de terror e medo de perderem a santidade mórbida (doentia), se revoltam por serem instigados por suas lideranças a ser contra aos que a anunciam a Verdade.

Conclui-se em verdade, pela aparência de piedade, mas negando a eficácia dela [2Timóteo 3], na igreja instituição a Palavra de DEUS nunca foi livre, e jamais será, negam a CRISTO, comunicam um suposto amor (com a finalidade de receber benesses, o que vem sem trabalho) usando a DEUS, Seu FILHO e em nome do SENHOR.

Enfim, eis as reais, sinceras e verdadeiras razões pelas quais vem crescendo e ainda irá crescer o número de desigrejados que se reúnem nos seus lares em nome de CRISTO e que combatem a igreja instituição e seus lideres, amantes de si mesmos, fraudulentos, mercenários, que deveriam se preocupar com o testemunho mesquinho e os escândalos que estão praticando, do que tentar denegrir aos que estão sendo transformados pela renovação do entendimento através do ESPÍRITO SANTO [1João 2.27] e experimentando qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de DEUS [Romanos 12].


Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.

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setembro 18, 2011

A liturgia, a missa, o culto... e as reuniões em Cristo

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Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação” [1Coríntios 14].

Nada como rituais, as reuniões relatadas e ensinadas pela Bíblia, dever-se-ão ser espontânea, com a participação de todos os presentes, vibrante, aberta, tendo Cristo o centro da adoração [“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” – Mateus 18]; o que não podemos identificar nas reuniões chamadas de cultos pela maioria das ‘igrejas evangélicas’ (instituições religiosas com nome de igreja)...

A história mostra que o ritual católico, a missa, baseia-se no culto judaico, nos místicos rituais de purificação dos gregos, imergindo no paganismo e no drama grego;

Tal ritual católico plagia as vestes sacerdotais pagãs, o incenso, a água benta das purificações, uso de velas, a “lei canônica” sendo fundo para a “lei romana”;

E de certa forma, os cultos protestantes (ou evangélicos) seguem a mesma linha da missa católica, tanto é isto que, na “reforma protestante”, houve uma tímida mudança da liturgia católica, porém, infelizmente, nem católicos e nem protestantes tiveram em colocar a Cristo no centro de suas liturgias;

O culto protestante não se originou no Senhor, nos apóstolos, e muito menos em o Novo Testamento, pois, este culto reprime a participação mútua como descrito em 1Coríntios 14 (ápice do texto), porque todo o desenrolar do culto é dirigido por um único homem, desta forma, reprimem a liberdade do Espírito Santo operar em este ou aquele irmão ou irmã para trazer edificação a reunião.

É indiscutível que os cultos (de todas as denominações evangélicas) em nada têm alterado ao longo dos anos; sempre pela seguinte ordem:

- São celebrados e dirigidos por um único homem, com título eclesiástico, tendo o púlpito como seu “trono”;
- Fundamenta-se em especial em um sermão;
- Os outros membros em nada participam da celebração, e muito menos há permissão em tomar parte da direção, passivamente, ouvem e aceitam tudo o que é proposto pelo líder.

Mas, em o Novo Testamento não nos faz silenciar quanto as nossas reuniões que são dirigidas pelo Espírito Santo em nome de Cristo, onde todos participam, lêem as Sagradas Escrituras, louvam a Deus, ensinam a Palavra, todos os presente vivem em comunhão em participar ativamente, e, portanto, não podemos defender as tradições dos homens [“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” – Colossenses 2].

A esterilidade dos cultos evangélicos tem tornado suas reuniões fadonhas, a mesmice mantêm Cristo cativo, um Espectador da liturgia, nas coisas superficiais, onde o culto é aprisionado pelos “pastores”, imóveis, intocáveis, senhores religiosos de rituais...

... a liturgia (culto) protestante, evangélica, não possui portanto, respaldo bíblico, pois que, amordaça aos membros e direciona a um homem a liderança única, dilacerando o corpo de Cristo em tradições que silenciam ao Espírito Santo.

Não há possibilidades nenhuma de se afirmar que um púlpito seja o altar de Deus, e porquanto, de lá seja dirigido tudo a Deus por um único religioso, porque, das coisas de Deus, a direção é pelo Espírito Santo, onde, o “fogo se conservará continuamente aceso sobre o altar; não se apagará” [Levítico 6], nossos corações é quem são o altar de Deus, no templo do Espírito Santo, e quando nos reunimos, cada um de nós “tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação”...

... somos “pedras vivas, edificados como casa espiritual para sacerdócio santo, a fim de oferecer sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo”[1Pedro 2].


Vivendo Por, Em e Para Cristo; nos interesses da Igreja que Cristo edificou.
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