Adoradores...

Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 21.jun.2017, Hebreus 4

Visto que temos um grande Sumo Sacerdote, JESUS, FILHO de DEUS, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.
[Hebreus 6.20; 1.2-3; 8.1; 9.24; 10.12]
Porque não temos um Sumo Sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém Um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.
[2Coríntios 5.21; João 8.46; Hebreus 7.26; 2.17-18]
Cheguemos pois com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.
[Efésios 3.12; Filipenses 4.6-7; Êxodo 25.17-22; Levítico 16.2; 1Crônicas 28.11]

[037408]

fevereiro 28, 2017


A santificação se opõe a religiosidade


Contexto Hebreus 12:

"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o SENHOR;"

Desde os primórdios da humanidade, a religiosidade se fez presente, e tão somente nesta geração, vem crescendo, multiplicando-se feito erva daninha no meio de um povo que se diz de DEUSRomanos 8.

Por que os religiosos, vivem pelas igrejas instituições em suas crendices, dogmas, sofismas, em argumentos capciosos para enganar, não sabem viver por fé, apenas querem viver pelo tato, no que se ver ou apalparAtos 17, a fé os assusta, e neste sentido, as estruturas institucionais das chamadas 'igrejas' os conforta.

A religiosidade tem profanado corações que outrora buscavam a santificação.

São levados por sermões materialistas, expostos por mercenários, lideranças eclesiásticas de lugares apelidados de 'igrejas' que somente visam os lucros, riquezas, enriquecimento as custas de pessoas incautas, inconstantes, intelectuais iletrados do entendimento bíblico, que andam atrás de solução de problemas terrenos, coisas que perecem.

Os famosos shows de fé que dia após dia iludem multidões em locais apelidados de 'igrejas' tem feito plateias de zumbis religiosos, que não se permitem em deixar a ação do ESPÍRITO SANTO em seus corações, não se permitem em possuir um espírito quebrantado, um coração quebrantado e contrito, por que querem imitar suas lideranças eclesiásticas;

O show não pode parar, são danças, rodopios, piadinhas, gritos histéricos do preletor, músicas embaladas a melodias para o frenesi religioso com o êxtase da carne em lágrimas que somente afetam o ego e mutilam a alma, sermões infindáveis de lideres, corais, mais músicas, onde a grande multidão, dizendo-se em comunhão sem conhecer-se uns aos outros, patética, ouve, escuta, vê, e nada diz, aliás, não lhe é permitido a que fale, apenas alguns testemunhos(??) aqui ou acolá!!

A expressão e exposição da Palavra de DEUS [contida na Bíblia] fica acondicionada a interpretações referente a teologia ou tradição ou regra básica da igreja instituição ou lugar apelidado de 'igreja' donde a liderança eclesiástica é a única a expor, ou trazer a interpretação que as ovelhas devem seguir, piamente, cega e muda;

Ovelhas de um aprisco do qual seguem mudas para se auto tosquiarem e que sejam sugada-lhes a gordura; nada mais!!

Desta forma, milhares se amontoam nas igrejas instituições, e ensinadas pelas doutrinas e tradições de homens dissolutosColossenses 2 desprezando a santificação por uma santidade mórbida, seguindo enfileirados ao inferno; por que quando se adentra aos muitos templos, a situação tornou-se caótica, e ainda mais será, milhares travestidos de santos, cantarolando musicas em letras religiosas, numa perca frenética de um tempo gasto na busca as coisas materiais futuras, muitos trocando suas próprias personalidades...

Há uma necessidade, urgente, de se mudar o foco da adoração; estão adorando ao tempo presente, sem perspectivas de um futuro em CRISTO, sem se importarem com a vida eterna1João 2.


Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.


[035920]
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fevereiro 15, 2017

Religiosidade, o mal dos séculos.


A religiosidade é uma qualidade do indivíduo que é caracterizada pela disposição ou tendência do mesmo, para perseguir a sua própria religião ou a integrar-se às supostas coisas sagradas. Precisamos diferir o ser possuidor de religiosidade, do religioso, que é fruto do sistema religioso.

O religioso é um fanático, que não compreende e não respeita o Processo Religare do próximo. Ele se torna intolerante e não aceita as práticas religiosas de outros indivíduos, considerando o seu caminho único e inquestionável.

Acontece, com isto, que alguns sistemas religiosos podem gerar indivíduos de religiosidade, mas como os religiosos se apegam ao poder e as fórmulas, tendem a manipular as mentes atormentadas e sofredoras, obrigando a todo aquele que não esteja em sintonia com seus ideais a se tornarem submissos. Daí as crises e a intolerância religiosa.

Os religiosos são de fato os grandes causadores de problema, aliados aos seus sistemas.

Do ponto de vista geral, a religiosidade mostra o sentido de transcendência de uma pessoa ao refletir sobre a espiritualidade. Uma espiritualidade que adquire aspectos concretos através de crenças religiosas pessoais que mostram a fé dentro de uma doutrina religiosa; a religiosidade mostra a forma de expressão que tem um sujeito de comunicar-se com a divindade através de rituais, rezas ou orações.

A religiosidade é a pessoa não ter um compromisso verdadeiro, é estar ali (na igreja instituição) apenas por estar e movida apenas por uma rotina.

O Processo Religare nada mais é do que o desenvolvimento das faculdades psíquicas da alma, que o tornem sensível à percepção da sua relação com DEUS. Logo, entendemos diante disto, que não nos afastamos de DEUS, mas nos relacionamos com ele inconscientemente, sendo que o nosso verdadeiro trabalho é conscientizarmo-nos desta relação, para tornarmo-nos merecedores de suas benesses. .

Muitos pastores tem combatido aos desigrejados, por estes terem se desvinculado das igrejas instituições, e este êxodo vem de encontro justamente em função das atitudes destes mesmos pastores.

Há pastores que dizem querer auxiliar aos desigrejados a encontrarem o caminho da verdade, mentira!!

Há pastores que combatem os desigrejados por que denunciam pastores e as igrejas instituições pelos ensinos equivocados, sem contexto bíblico, pretensiosos em enganar as pessoas!!

Há pastores que criticam aos outros pastores, tem o que chama-os carinhosamente de "criminosos" e até a própria "igreja" mãe não é polpada, e afrontam aos desigrejados por fazerem as mesmas denuncias!!



Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.


[035760]

fevereiro 02, 2017


João Ferreira de Almeida?!


Missionário calvinista, escritor e tradutor. Nasceu em Torre de Tavares, próximo de Mangualde, em 1628, sendo filho de pais católicos.missionário calvinista, escritor e tradutor. Nasceu em Torre de Tavares, próximo de Mangualde, em 1628, sendo filho de pais católicos.

Órfão de pai e mãe, foi para Lisboa para a casa de um tio clérigo, de onde teria emigrado para a Holanda com apenas 14 anos. Daí partiu para Malaca, recentemente conquistada pelos holandeses em 1641, onde permaneceu por alguns anos, tendo casado com a filha de um pastor calvinista.

Em Malaca, Almeida renunciou à religião católica e abraçou a fé reformada depois de ter lido um panfleto espanhol anticatólico que veio a traduzir para o português, intitulado "Differença da Christandade". Este livro apresentava a divergência entre o catolicismo romano e o protestantismo.

Em 1644, com apenas 16 anos, Almeida traduziu os Atos dos Apóstolos do espanhol para português, que eram copiados à mão e distribuídos nas comunidades portuguesas. Em 1645 a tradução do Novo Testamento foi concluída, mas somente publicada em 1681, em Amesterdã.

João Ferreira de Almeida visitava doentes em Malaca e, mais tarde, em Batávia, percorrendo diariamente hospitais e casas de doentes, dando apoio espiritual com orações e exortações. Parece ter sido Batávia o centro das suas atividades religiosas. Ali ingressou na Igreja Protestante Portuguesa (que existiu entre 1633 e 1808) e, em 1656, foi ordenado ministro pregador.

De 1656 a 1663, Almeida pregou em várias línguas na ilha de Ceilão (Colombo, Porto de Gale, etc) e nas costas Indostânicas (Coromandel, Malabar), difundindo em especial a língua portuguesa. Em 1663, voltou à Batávia, onde veio a falecer em 1691.

Almeida escreveu várias obras, mas o que mais o notabilizou foi a tradução da Bíblia para a língua portuguesa. Começou a traduzir a Bíblia pelo Novo Testamento, que foi publicado durante sua vida, em Amsterdã, e impressa pela viúva de J. V. Someren. Esta edição apresentava muitas incorreções devido à incompetência dos revisores, de que o próprio Almeida se queixou numa Advertência, com um apêndice de mais de mil erros, publicada em 1683.

Perante estas informações, os Diretores da Companhia da Índia Oriental determinaram que fossem destruídos todos os exemplares na Holanda e em Batávia, tendo, no entanto, sido poupadas algumas cópias distribuídas às congregações de Batávia, Malaca e Ceilão, apresentando correções a tinta. Para além do exemplar existente na Biblioteca Nacional, temos conhecimento de outra espécie, na British Library.

Saiu do prelo a segunda edição do Novo Testamento, impressa em Batávia por João de Vries, em 1693, dois anos após a morte do tradutor. A Companhia das Índias Orientais, em colaboração com a igreja estabelecida naquela ilha, diligenciou para que os missionários Theodorus Zas e Jacobus op den Akker procedessem à revisão e conferissem a tradução de João Ferreira de Almeida com a Vulgata.

Quanto ao Antigo Testamento, Almeida só concluiu a tradução até Ezequiel, tendo o restante sido continuado por Jacobus op den Akker, em 1694, que só veio a ser impresso em Batávia, em dois volumes, em 1748 e 1753.

Seguiram-se muitas outras edições parciais e totais, impressas em Batávia, Trangambar, Londres, Nova Iorque e Lisboa. As traduções foram feitas com o auxílio da versão holandesa do Sínodo de Dort (1618) e da castelhana de Cipriano de Valera (1602).

João Ferreira de Almeida teve o grande mérito de passar toda a vida debruçado sobre a Bíblia, e só a morte o afastou dessa notável missão. Almeida zelou para manter as comunidades evangélicas portuguesas nos lugares do Império Português das Índias, que os holandeses iam ocupando, e defendeu que fossem divulgados livros em português a essas comunidades.

Fonte: Biblioteca Nacional Tesouros

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