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setembro 27, 2012

Doutrina de Cristo, bíblica, versus doutrina dos homens

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Na doutrina de Cristo, bíblica, "amor a obra" é amar ao próximo como a si mesmo, dedicando nossas dádivas aos menos favorecidos;
Na doutrina dos homens, usa-se o “amor a obra” para a manutenção e aquisição de patrimônio material dos lugares apelidados de ‘igrejas’.

Na doutrina de Cristo, bíblica, Deus é por todos e o Espírito Santo opera todas as coisas, repartindo particularmente a cada um como quer [1Coríntios 12];
Na doutrina dos homens, Deus é ‘exclusividade’ de alguns poucos “santinhos religiosos”, chamados de líderes.

Na doutrina de Cristo, bíblica, as reuniões dos irmãos em nome de Cristo, cada um tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação, faz-se tudo para edificação [1Coríntios 14] pela intervenção do Espírito Santo;
Na doutrina dos homens, as reuniões, pré determinadas, liturgias religiosos, somente a liderança é que fala e que intervém, ditando qual e quem pode falar.

Na doutrina de Cristo, bíblica, as coletas de ofertas (conforme proposto no coração de cada um, sejam em forma de dízimos) são distribuídas aos pobres e necessitados e entre os irmãos mais necessitados [Atos 2];
Na doutrina dos homens, as ofertas e dízimos são investidos na manutenção de prédios, compra de imóveis, bem móveis, sustento das famílias dos que fundaram e criaram as instituições religiosas apelidadas de ‘igrejas’.

Na doutrina de Cristo, bíblica, as reuniões entre irmãos em nome de Cristo, realizam-se nos lares ou lugares mais amplos que os irmãos disponibilizam;
Na doutrina dos homens, as reuniões somente devem ser realizadas nos lugares de propriedade ou de patrimônio de uma organização religiosa apelidada de ‘igreja’.

Na doutrina de Cristo, bíblica, a Ceia, anunciando a morte do Senhor até que venha, realiza-se pelo Pão Vivo a quem devemos comer, não pela boca, mas pelo ENTENDIMENTO e através de um coração PURO, onde cada qual examina-se a si mesmo, e ninguém é de importância a não ser o SENHOR;
Na doutrina dos homens, o ritual da Ceia torna-se um momento em que o líder é o exponencial da cerimônia, tudo tem que passar por suas mãos e se assim não for, nada é feito, tudo é por sua imposição, quem deve ou não participar.

Na doutrina de Cristo, bíblica, o ensino é ministrado por irmãos idôneos na unção do Espírito Santo [1João 2], que dia e noite meditam na Palavra de Deus [contida na Bíblia] e nada mais;
Na doutrina dos homens, os ensinos são somente através de obreiros que cursaram a teologia da denominação apelidada de ‘igreja’, direcionado aos usos e costumes e tradições religiosas de acordo com a entidade eclesiástica (como batistas, assembleianas, pentecostais, reformadas, blá, blá, blá).

Na doutrina de Cristo, bíblica, os irmãos mais experimentados na Palavra e que receberam os dons ministeriais não se locupletam de títulos [Efésios 4], apenas se dizem “irmãos”, são conservos que dão toda a honra a Deus;
Na doutrina dos homens, os títulos e cargos são de extrema importância, quanto mais cursos acadêmicos o indivíduo tiver, maior respeito e credibilidade terão por que dizem ser "ungidos".

Na doutrina de Cristo, bíblica, a importância da reunião está em Cristo;
Na doutrina dos homens, a importância da reunião é no local em que se reúne.

Na doutrina de Cristo, bíblica, a unção é pelo Espírito Santo [1João 2.20,27];
Na doutrina dos homens, a unção é dada pelos lideres para outros homens.

Na doutrina de Cristo, bíblica, a promessa de Deus é a vida eterna [1João 2.25], pois, quem perseverar até ao fim, esse será salvo [Mateus 10.22; 24.13; Marcos 13.13];
Na doutrina dos homens, as promessas são evasivas e prometidas pelos lideres na barganha de ofertas e dízimos, ou de quem dá mais.

Enfim, a doutrina de Cristo, bíblica, nos traz liberdade, ora, o Senhor é Espírito, e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade [2Coríntios 3];
A doutrina dos homens faz presas, retendo símbolos, memórias, recordações, usos, hábitos humanos, deixando o mandamento de Deus, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo [Colossenses 2].


Porque dEle e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Deus eternamente; nos interesses da Igreja que Cristo edificou. Amém.

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