Adoradores...

Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 12.set.2017, Amós 2

Assim diz o SENHOR: Por três transgressões de Israel e por quatro, não retirarei o castigo, porque vendem o justo por dinheiro e o necessitado por um par de sapatos.
[Joel 3.3; 2Reis 18.12; Amós 5.11-12]
Suspirando pelo pó da terra sobre a cabeça dos pobres, eles pervertem o caminho dos mansos; e um homem e seu pai entram à mesma moça, para profanarem o Meu santo nome.
[Amós 5.12; Isaías 10.2; Ezequiel 22.11; Miqueias 2.2]
E se deitam junto a qualquer altar sobre roupas empenhadas e na casa de seus deuses bebem o vinho dos que tinham multado.
[Amós 6.6; Êxodo 22.26-27; Deuteronômio 24.12-17; Juízes 9.27; Isaías 57.7]
Não obstante EU ter destruído o amorreu diante deles, a altura do qual era como a altura dos cedros, e cuja força era como a dos carvalhos; mas destruí o seu fruto por cima e as suas raízes por baixo.
[Malaquias 4.1; Números 13.32-33; 21.23-25; Jó 18.16; Gênesis 15.16]

[038035]

junho 09, 2011

A história da “igreja”, como edifício de pedras

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Antes de iniciarmos este estudo, é importante lembrar que, Jesus muitas vezes (sempre) incomodou os religiosos em o tempo de Seu ministério terreno; Sua própria presença, causava estranheza e repulsa; deste os primórdios da humanidade foi assim, o bem causa desconforto para o mal;

Homens retos, humildes, são objeto de oposição;

E, sem dúvida alguma, aqueles que professam em verdade as coisas de Deus, sofrem repulsa e são constantemente censurados, pois que, mostram que somente Cristo é o Caminho, que não há nenhum homem neste mundo que mereça destaque.

Quanto as “igrejas”...

No tempo dos Apóstolos, precisamente o livro de Atos, e até próximo o fim do século 2, não havia templos, ou denominações...

Nenhum dos apóstolos de Cristo, fundou ou criou a “sua” igreja!!

Mas, em 311, passou-se então a existir os “templos”, agora, chamados de “igrejas”, vindo depois após a publicação do Édito de Milão em 313, as edificações a serem patrocinadas pelo Império Romano.

[Édito de Milão, março de 313.
"Nós, Constantino e Licínio, Imperadores, encontrando-nos em Milão para conferenciar a respeito do bem e da segurança do império, decidimos que, entre tantas coisas benéficas à comunidade, o culto divino deve ser a nossa primeira e principal preocupação. Pareceu-nos justo que todos, os cristãos inclusive, gozem da liberdade de seguir o culto e a religião de sua preferência. Assim qualquer divindade que no céu mora ser-nos-á propícia a nós e a todos nossos súditos. Decretamos, portanto, que não, obstante a existência de anteriores instruções relativas aos cristãos, os que optarem pela religião de Cristo sejam autorizados a abraçá-las sem estorvo ou empecilho, e que ninguém absolutamente os impeça ou moleste...]

Um dos primeiros templos (igrejas) da religião do Cristianismo foi construído entre 315-316, onde Eusébio de Cesaréia discursou na inauguração de uma igreja na cidade de Tiro;

Constantino, através de sua mãe, Helena, decidiu construir em Jerusalém, a “igreja” do Santo Sepulcro.

Em 326, foi Basílica da Natividade, em Jerusalém; em Roma, a Antiga Basílica de São Pedro; a ainda, Constantino e Helena comandaram a edificação de uma basílica, destruída em 614 pelos persas;

Foi construída, também, uma "igreja", no Monte Tabor, onde os religiosos do cristianismo de Constantino, afirmaram ter sido lá o local da “transfiguração” e muitas outras construções chamadas “igrejas” por todo o Império romano.

Podemos dizer, com certeza, que o protestantismo (hoje, a grande maioria evangélica) foi um protestante que imitou sua origem, o Cristianismo Católico Romano.

Portanto, este é o conceito comum de "igreja", ou seja, remete-se, erroneamente, a visualizar uma edificação construída, onde é certo, pelo menos, abrigar da chuva; e contestando esta figura, a Palavra de Deus (Bíblia) se refere a "Igreja" como as pessoas que professam o nome do Cordeiro de Deus sobre a face da terra (os crentes).


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.
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