Adoradores...

Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 10.jul.2017, Mateus 5

EU, porém vos digo: Amai a vossos inimigos, bem-dizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; [Lucas 23.34; 6.27-28; Atos 7.60; Romanos 12.14; 1Pedro 3.9; Salmos 7.4]
Para que sejais filhos do vosso PAI que está nos céus; porque faz que o Seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. [Lucas 6.35; Atos 14.17; Mateus 5.9; Jó 25.3; Salmos 145.9]
Pois, se amardes os que vos amam, que galardão havereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? [Lucas 6.32-35; Mateus 6.1; 9.10-11; 11.19; 18.17]
E, se saudares unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim? [Mateus 5.20; Lucas 6.32; 10.4-5; 1Pedro 2.20]
Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso PAI que está nos céus. [Levítico 19.2; Colossenses 1.28; Gênesis 17.1; Deuteronômio 18.13; Lucas 6.36]

[037478]

junho 09, 2011

A história da “igreja”, como edifício de pedras

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Antes de iniciarmos este estudo, é importante lembrar que, Jesus muitas vezes (sempre) incomodou os religiosos em o tempo de Seu ministério terreno; Sua própria presença, causava estranheza e repulsa; deste os primórdios da humanidade foi assim, o bem causa desconforto para o mal;

Homens retos, humildes, são objeto de oposição;

E, sem dúvida alguma, aqueles que professam em verdade as coisas de Deus, sofrem repulsa e são constantemente censurados, pois que, mostram que somente Cristo é o Caminho, que não há nenhum homem neste mundo que mereça destaque.

Quanto as “igrejas”...

No tempo dos Apóstolos, precisamente o livro de Atos, e até próximo o fim do século 2, não havia templos, ou denominações...

Nenhum dos apóstolos de Cristo, fundou ou criou a “sua” igreja!!

Mas, em 311, passou-se então a existir os “templos”, agora, chamados de “igrejas”, vindo depois após a publicação do Édito de Milão em 313, as edificações a serem patrocinadas pelo Império Romano.

[Édito de Milão, março de 313.
"Nós, Constantino e Licínio, Imperadores, encontrando-nos em Milão para conferenciar a respeito do bem e da segurança do império, decidimos que, entre tantas coisas benéficas à comunidade, o culto divino deve ser a nossa primeira e principal preocupação. Pareceu-nos justo que todos, os cristãos inclusive, gozem da liberdade de seguir o culto e a religião de sua preferência. Assim qualquer divindade que no céu mora ser-nos-á propícia a nós e a todos nossos súditos. Decretamos, portanto, que não, obstante a existência de anteriores instruções relativas aos cristãos, os que optarem pela religião de Cristo sejam autorizados a abraçá-las sem estorvo ou empecilho, e que ninguém absolutamente os impeça ou moleste...]

Um dos primeiros templos (igrejas) da religião do Cristianismo foi construído entre 315-316, onde Eusébio de Cesaréia discursou na inauguração de uma igreja na cidade de Tiro;

Constantino, através de sua mãe, Helena, decidiu construir em Jerusalém, a “igreja” do Santo Sepulcro.

Em 326, foi Basílica da Natividade, em Jerusalém; em Roma, a Antiga Basílica de São Pedro; a ainda, Constantino e Helena comandaram a edificação de uma basílica, destruída em 614 pelos persas;

Foi construída, também, uma "igreja", no Monte Tabor, onde os religiosos do cristianismo de Constantino, afirmaram ter sido lá o local da “transfiguração” e muitas outras construções chamadas “igrejas” por todo o Império romano.

Podemos dizer, com certeza, que o protestantismo (hoje, a grande maioria evangélica) foi um protestante que imitou sua origem, o Cristianismo Católico Romano.

Portanto, este é o conceito comum de "igreja", ou seja, remete-se, erroneamente, a visualizar uma edificação construída, onde é certo, pelo menos, abrigar da chuva; e contestando esta figura, a Palavra de Deus (Bíblia) se refere a "Igreja" como as pessoas que professam o nome do Cordeiro de Deus sobre a face da terra (os crentes).


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.
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