Adoradores...

janeiro 10, 2013

As igrejas não têm utilidades coletivas

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Isto mesmo!
Não há nenhuma utilidade que se possa afirmar dos lugares apelidados de “igrejas”.

Não encontramos fim algum que podemos dizer em que as chamadas “igrejas” sejam úteis.

A única verdade, bíblica, é que nossa comunhão está em Cristo, que congregar é nos reunir em nome de Jesus em qualquer lugar, seja na rua, na praça, em uma garagem, debaixo de uma árvore [Mateus 18].

Alguns, pela crendice, dizem que nas “igrejas” é que se encontra com os irmãos, vive em comunhão, ora, ora, ora, o livro de Atos dos Apóstolos é bem enfático quanto ao afirmar da vivência dos irmãos em Cristo, e não existia nenhuma “igreja instituição” nos tempos dos verdadeiros apóstolos;

Aliás, porque digo verdadeiros apóstolos?
Simples, por que os apóstolos que existem hoje são fraudulentos, mentirosos, enganam o povo fazendo deste título um esdrúxulo roubado da Bíblia.

Voltando a inutilidade das “igrejas”. Podemos afirmar com base nos escândalos que vivenciamos, que estas instituições religiosas nada mais são que fruto dos homens com fins próprios, para sustento de suas famílias, como forma de se enriquecerem nas costas de um povo sem entendimento bíblico;

É certo que existe um povo de excelente conhecimento bíblico; porém, este conhecimento é desprovido de entendimento, ou seja, conhecem a Palavra de Deus contida na Bíblia, mas não entendem o sentido que Deus requer que tomemos em nossas vidas.

E, por esta falta de entendimento, milhares com conhecimento bíblico estão enclausurados nas “igrejas”, ouvindo dia após dia, pregações maliciosas, mentiras religiosas, aceitando invenções de bugigangas (canetas, martelos, meias, óleos ungidos, água do Jordão, etc), participando de campanhas para enriquecimento dos mentirosos e charlatões da fé que fazem para angariar dinheiro e dizendo que é para evangelizar, ajudando na criação de clínicas de recuperação de alcoólatras e drogados agregadas as “igrejas” para receber doações de entidades governamentais, apoiando instituições filantrópicas que servem de desvio de recursos de dízimos e ofertas das “igrejas” para sustento de ministros evangélicos e sua prole, blá, blá, blá...

Portanto, suplicamos a Deus pelo fim das “igrejas”, por abominar as religiões, defraudar a religiosidade, desprezar os pregadores exclusivistas das “igrejas” com seus sermões;
Espoliar as fortunas dos impérios das “igrejas” em favor dos pobres e necessitados.

As “igrejas” não são obra de Deus!
Quem afirma o paradoxo de que as “igrejas” são obra de Deus, sustenta a maior mentira que satanás criou com relação aos lugares comuns como as catacumbas que os homens fundam e chamam de “igrejas”.

Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento” [Mateus 9], quando Cristo assim asseverou, Ele enfatizou quanto a todos em pregar o evangelho para salvação de almas, e não ficar dentro de quatro paredes apelidadas de “igrejas” ouvindo sermões de religiosos. Cristo nos ensinou que a fidelidade e obediência a Deus estão em amar ao próximo, em auxiliar aos que estão com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão [Mateus 25];

Deus não precisa e não requer dinheiro de ninguém, a Palavra de Deus contida na Bíblia não ensina nada, absolutamente nada que se refira a entregar dinheiro seja a qualquer pretexto nas mãos de homens com títulos eclesiásticos [pastores, padres, bispos, missionários, os charlatões com título de apóstolos...];

Então, seja fiel a Deus e a Sua Palavra, liberte-se das amarras das religiões, siga somente a Cristo, desfaça-se dos lugares apelidados de “igrejas”, renegue a fidelidade dizimista, fuja das campanhas do Silas Malafaia e de outros fanáticos religiosos que usam de mentiras suplantadas da Bíblia.

Porque dEle e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Deus eternamente;
Nos interesses da Igreja que Cristo edificou. Amém.

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