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Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 21.mar.2017, Mateus 18

Porque o FILHO do homem veio salvar o que se tinha perdido.
[Lucas 19.10,56; Mateus 9.12-13; 10.6; 15.24]
Que vos parece? Se algum homem tiver cem ovelhas, e uma delas se desgarrar, não irá pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da que se desgarrou?
[Lucas 15.4-7; Ezequiel 34.12; Mateus 21.28; 1Reis 21.17]
E, se porventura a acha, em verdade vos digo que maior prazer tem por aquela, do que pelas noventa e nove que se não desgarraram.
[Salmos 147.11; Isaías 53.11; 62.5; Jeremias 32.37-41]
Assim também não é a vontade de vosso PAI, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca.
[João 17.12; Isaías 40.11; Zacarias 13.7; Mateus 5.16]

[036400]

março 28, 2013

A igreja instituição e bullying religioso

[22150]

O Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”).

E é o que se aplica na “igreja instituição(lugares apelidados de ‘igrejas’, igrejas e comunidades evangélicas, instituições religiosas) e se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou até físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem pela motivação evidente da necessidade do poder eclesiástico [pastores, bispos, missionários, apóstolos, reverendos, blá, blá, blá] e são exercidas por um ou mais dirigentes, causando angústia e uma sensação mais ou menos aguda mas que incomoda, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender pela falta de entendimento bíblico, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.

O bullying religioso se divide em duas categorias:

a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores do clero, ou posição eclesiástica [pastores, bispos, missionários, apóstolos, reverendos, blá, blá, blá] e
b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre a membresia da instituição, tendo como característica o isolamento da vítima; em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, verbal ou até o limite da física, ou a perda dos meios de socialização e comunicação dentro da instituição.

O bullying religioso é um problema mundial, ocorre em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam ou chamam de comunhão, nos locais apelidados de ‘igrejas’.

Há uma tendência proposital de a ‘igreja instituição’ por seus dirigentes e indivíduos mais efetivos de não admitirem a ocorrência do bullying religioso entre seus membros; ou desconhecem em uma resolução prévia o problema e se negam a enfrentá-lo por razão óbvia de se manter o autoritarismo dos dirigentes da instituição religiosa.

Estão inclusos no bullying religioso os apelidos pejorativos criados para humilhar outros membros e aos que são contrários aos ensinos da ‘igreja instituição’ (como os desigrejados), tais como “santarrão”, “desviado”, “endemoninhado”, “rebelde”, “insubordinado”, dentro outros peculiares de caráter da religiosidade.


Porque dELE e por ELE, e para ELE, são todas as coisas; glória pois, a DEUS eternamente;
Nos interesses da Igreja que CRISTO edificou. Amém.


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