Adoradores...

Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 21.jun.2017, Hebreus 4

Visto que temos um grande Sumo Sacerdote, JESUS, FILHO de DEUS, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.
[Hebreus 6.20; 1.2-3; 8.1; 9.24; 10.12]
Porque não temos um Sumo Sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém Um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.
[2Coríntios 5.21; João 8.46; Hebreus 7.26; 2.17-18]
Cheguemos pois com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.
[Efésios 3.12; Filipenses 4.6-7; Êxodo 25.17-22; Levítico 16.2; 1Crônicas 28.11]

[037408]

janeiro 03, 2011

Mateus 23.23, para defender os ‘dízimos’ não é válido atualmente!!

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Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas.

Fico perplexo em deparar que a maioria dos dirigentes (ou lideres como gostam de ser chamados) das "instituições religiosas com nome de igreja" ou “denominações” ou “igrejas evangélicas”, não fazem distinção entre a Antiga Aliança de Deus com Israel e a Nova Aliança que Cristo consumou na cruz do Calvário!!!

E este pormenor, que é sem dúvida alguma, a maior distinção ao que o Senhor Jesus afirma em Mateus 23.23... não se pode esquivar que em o Novo Testamento começa sua narrativa com o nascimento de João Batista e de Jesus, porém, a Nova Aliança só começou, de fato, quando Jesus morreu [Mateus 26.28; 27.51; Colossenses 2.14; Hebreus 9.11-17]; portanto, estamos vivendo no tempo da Nova Aliança consumada na cruz por Cristo. Aleluia!!!

Assim, não se pode esconder de outrem ou a quem se ensina que quando Jesus disse o que está escrito em Mateus 23.23, Ele e aqueles (escribas e fariseus) a quem criticou, ainda estavam no tempo do Antigo Testamento, na Antiga Aliança; portanto, essa passagem de Mateus 23.23 não pode provar a validade dos “dízimos” para a Nova Aliança!!!!

Sabemos em verdade, que Jesus não veio anular a lei dada a Moisés ao povo de Israel, mas, veio cumpri-la [Gálatas 3.17], e é para este fim que teve morte de cruz, fazendo-se maldição por nós [Hebreus 9.26], e derramando Seu santo e imaculado sangue para firmar e consumar a Nova Aliança [Mateus 26.28], para a qual, nós gentios, agora podemos fazer parte, porque, na Antiga Aliança (que continha a lei mosaica com seus mais de 600 preceitos, inclusive os dízimos) somente faziam parte a nação de Israel;

E, sem dúvida alguma, precisamos distinguir o período das Alianças, antes e pós morte de Cristo!

Outrossim, é importante observar, ter entendimento bíblico e sensibilidade da veracidade da soberania de Deus, que Jesus em Mateus 23.23 não estava recomendando e nem referendando questão nenhuma de “dízimos’, mas sim, criticando, repreendendo, advertindo aos “religiosos” da falta que eles tinham, dentre outras, em relação a cumprirem as ordenanças divinas com relação a juízo, misericórdia, fé...

... porque como os atuais religiosos das "instituições religiosas com nome de igreja" ou “denominações” ou “igrejas evangélicas”, aqueles se apegavam (como se apegam hoje) em demasia a cumprirem a Lei mosaica e seus preceitos, porque os religiosos se atavam (como estão se atando) as tradições humanas e não na vontade divina; seria interessante e honesto para com Cristo que esta observação fosse ensinada a todos aqueles que querem servir a Deus!!!

Portanto, quando Jesus afirmou o que consta em Mateus 23.23, tão somente falara no tempo da Antiga Aliança, ou seja, ao povo de Israel, aliás, seria mais interessante quanto a questionar-se a Mateus 23.23, que, se aprofundasse em todo o capítulo de Mateus 23 e não somente usarmos o versículo 23 para se justificar os “dízimos” neste tempo da dispensação da graça, além, de ser imperioso em entender que tal capítulo refere-se justamente as imposições que os religiosos da época do ministério terreno de Jesus utilizarem das mazelas para indução do povo, tal qual em nosso próprio tempo!!!!

Não é conveniente e nem justo que se isole um versículo para o bel prazer ou se justificar, mas, é em usar de todo um contexto para que o Espírito Santo nos dê entendimento [1João 2.27], ou seja, induzir o uso de Mateus 23.23 para justificar a cobrança de “dízimos” nas "instituições religiosas com nome de igreja" ou “denominações” ou “igrejas evangélicas”, mas, como afirma acima, buscar entendimento em todo o relato bíblico de Mateus 23.23.

Em suma, neste período da Nova Aliança consumada por Cristo na cruz do Calvário, não podemos jamais utilizar passagens da Antiga Aliança para justificar a construção e manutenção de templos como “igreja” e sem dúvida alguma, jamais sustentar homens com títulos eclesiásticos e suas famílias com a separação de versículos isolados para aprofundar obrigatoriedade de doações financeiras, como é o caso de Mateus 23.23 e outro tão famoso, como Malaquias 3.10, sem nos esquecer que Abrão deu dízimos uma única vez e isto não justifica ensinar sobre dar dízimos todo mês (um estudo sobre o dízimo de Abrão, será em outra oportunidade)!

Não somos contra que pessoas se reúnam e decidam em adquirir um local para se reunirem, é louvável, mas, usar de coisas que foram abolidas por Cristo na cruz para obrigar ou fazer medo a outrem, é lamentável e uma lástima!!

Há, porém de ressaltar que Jesus não nos ensina a construir locais (ou templos) e em especial os que utilizam de verdadeiras fortunas para manutenção, e não há em verdade, passagem bíblica para a Nova Aliança que nos obriga a entregar, devolver ou seja lá o que for em forma de percentual, mas, encontramos o ensinamento de Cristo quanto a misericórdia, ao amor ao próximo, seria interessante em nos aprofundar nas recomendações de Jesus ao jovem rico [Mateus 19]...

... e o livro de Atos dos Apóstolos nos trazem amáveis ensinamentos quanto a comunhão entre os irmãos, quanto a divisão entre todos os que necessitam, e os próprios apóstolos recebiam tudo quanto os irmãos doavam por dádivas e nenhum deles (apóstolos) nada possuía... meditemos sobre a vida do apóstolo Paulo, o qual, trabalhava dia e noite para não ser pesado a ninguém e a igreja nenhuma!!!


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.
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13 comentários:

Silvio disse...

a paz do Eterno,

quando puder, visite o meu blog...
rhesus-kareca.blogspot.com.

Silvio disse...

Excelente o vosso texto, como eu lhe disse, lá no conselho de pastores.
Segue o meu blog, rhesus-kareca.blogspot.com
fica na paz do Eterno Deus.vitizat

Pr Ivair José Lehm disse...

Lamentável seu post...
Fico pensando que é por causa de pessoas como voce que o Evangelho está em decadencia no mundo todo.
Como se manter uma igreja, um pastor tb necessita de cuidados com sua familia, assim tb os missionários...a gente trabalha duro e honestamente para pregar o evangelho e um inconsequente como voce fica colocando coisas nas cabeças das pessoas por aí...
Acho que vc é um crente mau resolvido com sindrome de crente derrotado, frustrado que não deu certo e quer destruir a igreja de Cristo...cuidado meu irmão...
Que Deus tenha misericórdia de sua alma.

James disse...

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Ivair José Lehm,


Lamentável é seu comentário, pois, você diz que é por causa de pessoas como eu que o evangelho está em decadência???

Ora, ora, estou sempre falando e escrevendo do evangelho de Cristo e sempre respaldado na Verdade que liberta, transmitindo que o ensinamento de Cristo é para que auxiliemos aos que necessitam, aos pobres...

... então, aparece você que se diz “pastor”...
... 1º vice presidente de instituição religiosa com nome de igreja...
... mestre e doutor em teologia...
... jornalista...
... psicanalista...
... e fundador da FETAP(??), defendendo este mercenário mercado religioso dos dízimos e contribuições que somente entram nas casas religiosas que vocês chamam de “igreja”, e que na maioria dos casos, jamais chegam aos que necessitam!! Tenha paciência!!!

Mas, uma verdade podemos entender por seu comentário, você é limitado na defesa de seus ideais, aliás, eu também já fiz parte de uma AD e Deus mo libertou daquela doutrina denominacional e pela qual vocês defendem, infelizmente, com unhas e dentes...

... mas, que Deus lhe dê entendimento bíblico para que a defesa aos seus anseios seja ministrada pela Palavra de Deus e não com comentários afrontosos!!! É lamentável que sua defesa não possa se respaldar na Palavra de Deus e sim em doutrina de homens!!!

E não se esqueça, as “denominações ou “igrejas evangélicas não são a Igreja de Cristo, elas são “instituições religiosas com nome de igreja” fundadas por homens, nada mais que isto (e você tem plena consciência disto!!).

Por fim, aquele que confia no SENHOR não se preocupa com as ameaças de homens, e finalizamos aqui nossos comentários!!


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.


James.
Jesus, o maior Amor
Comunidade "Adoradores em Casas"
Blog "Adoradores em Casas"
Comunidade Orkut "Adoradores em Casas"



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INDIGNADO disse...

É irmão James é lastimavel o comentario deste pastor de si mesmo Sr Ivair Jose.O tal demostra o desespero de afirmar ameaçadoramente a doutrina falsa do evangelho de mamon(que é o deus deles)através do tosqueamento das ovelhas através da imposição ameaçadora de cobrar pela palavra e bênçãos de Deus.
Uma pegunta faço à este desinformado biblico; se ele é pastor por obrigação de pregar a palavra,que direito têm ele de receber por isto? Que ele vá sequir Jasus e não á mamon.E TENHO DITO.

René disse...

James,

Se o negócio certo é defender o dízimo como prática da igreja, seria interessante sabermos quantas vezes os 'pastores' que defendem isto já disseram aos seus ouvintes: "Comprem as melhores carnes para churrasco, as sobremesas mais saborosas; comprem também os melhores vinhos e os melhores uísques; depois, tragam tudo aqui pra igreja e comam e bebam com alegria, vocês e seus familiares, diante do Senhor!".

Afinal, é o mandamento descrito em Deuteronômio 14.26: "Esse dinheiro, dá-lo-ás por tudo o que deseja a tua alma, por vacas, ou ovelhas, ou vinho, ou bebida forte, ou qualquer coisa que te pedir a tua alma; come-o ali perante o SENHOR, teu Deus, e te alegrarás, tu e a tua casa;".

Já pregaram assim? Ou este mandamento, convenientemente, foi encravado na Cruz?

Abração, meu irmão, e continue na Paz do Senhor!

Conexão da Graça disse...

O Dízimo na Bíblia e na História Parte 01

Antes de mais nada, devo esclarecer que não sou contra a prática de dizimar, mas ao longo dos anos, depois de muito meditar sobre o assunto, me desfiz de todo tabu a respeito do tema. Tenho hoje a convicção de que o dízimo deve ser usado como uma referência de primícias ao cristão que deseja, voluntariamente, participar do privilégio de ministrar aos santos com suas finanças. Entretanto, não encontro bases bíblicas ou históricas que possam legitimar a maneira como o dízimo é ensinado e coletado pela igreja institucional. Minhas razões para alegar isso, estão abaixo:


Fonte: Pão & Vinho

Conexão da Graça disse...

O Dízimo na Bíblia e na História Parte 02

1) Não há evidência bíblica que demonstre que a Igreja gentílica dizimava de forma obrigatória. O dízimo, como concebido na Antiga Aliança, servia para o sustento do Templo, dos sacerdotes e dos levitas. Com o fim desta Aliança, a obrigatoriedade do dízimo igualmente acabou. A Igreja gentílica neotestamentária nasceu fora deste sistema e não possuia sacerdotes, levitas ou templos. Justamente por isso, sempre que Paulo ensina sobre finanças na Igreja, fala em termos de doações voluntárias (2 Cor. 9). Portanto, o dízimo na Nova Aliança não pode ser praticado como um imposto religioso.

2) Há indícios históricos de que o dízimo deixou de ser um pagamento obrigatório com o fim da Antiga Aliança na maioria absoluta das Igrejas. Irineu, Orígenes, Justino Martir, Tertuliano, Cipriano, João Crisóstomo e outros cristãos dos séculos II ao V – cujos registros compõe a história da Igreja – nos falam somente de contribuições voluntárias na comunhão dos santos. Somente no século VI, no Sínodo de Mâcon (582), é que o dízimo começou a ser ensinado como algo obrigatório (quando se adotou a infame Teologia do Paralelismo entre a Igreja e o sistema sacerdotal/levítico veterotestamentário) e um milênio mais tarde – no Concílio de Trento – ganhou força de lei cujo não cumprimento seria punido com a excomunhão.

Fonte: Pão & Vinho

Conexão da Graça disse...

O Dízimo na Bíblia e na História Parte 03

3) Somente algumas igrejas do Oriente dizimavam por obrigação porque interpretavam que o diálogo entre Jesus e o jovem rico (Lucas 18:18-24) ensinava a “generosidade sacrifícial”. Em primeiro lugar, esta interpretação é questionável, porque Jesus não pediu o dízimo ao jovem rico (o que supostamente já praticava) e sim que vendesse a totalidade de seus bens e desse aos pobres (o Senhor o testava porque o amor ao dinheiro era seu problema). Em segundo lugar, Deus não está interessado em ofertas feitas por obrigação. Em 2 Cor. 9:7, a palavra traduzida como “necessidade” é αναγκη (anagke), que na verdade quer dizer c0nstrangimento ou obrigação. Portanto, o versículo diz que “cada um deve dar conforme tiver proposto em seu coração, não por tristeza ou CONSTRANGIMENTO/OBRIGAÇÃO, porque Deus ama quem dá com alegria“.

4) Alguns alegam que o dízimo transcende a Lei porque veio antes da Lei (com Abraão e Jacó). Se estamos falando do dízimo voluntário, concordo em gênero, número e grau, porque tanto Abraão quanto Jacó dizimaram voluntariamente. Mas afirmar que o dízimo é obrigatório mesmo com o fim da Antiga Aliança (porque o dízimo precede a Lei) coloca a Igreja gentílica em maus lençois. O descanso sabático também aparece antes da Lei, já na primeira semana da Criação, e no entanto poucos advogam a favor de sua obrigatoriedade, com excessão de algumas comunidades sabatistas. Do mesmo modo, a circuncisão precede a Lei (Gen 17:10). Portanto, é prudente adotarmos um peso e uma medida na interpretação da Antiga Aliança: ou todos os preceitos do Antigo Testamento (como o dízimo, a circuncisão e o descanso sabático) são obrigatórios, ou a obrigatoriedade destas coisas caducou com o fim da Antiga Aliança.

Fonte: Pão & Vinho

Conexão da Graça disse...

O Dízimo na Bíblia e na História Parte 04

5) A Antiga Aliança estabelecia 3 tipos de dízimos (Lev. 27:30-33, Num. 18:21-31 e Deut. 14:22-27 – este último a cada 3 anos). Quem ler estas Escrituras com atenção, verá que Israel tinha que dizimar 23.3% de sua renda anualmente e não somente 10%. Portanto, se vamos praticar o dízimo de acordo com a Lei, devemos ser coerentes e cumprí-la em sua totalidade. Ou damos voluntariamente ou adotamos todo o pacote mosáico.

6) Importante ressaltar também que o dízimo da Antiga Aliança nunca era pago em dinheiro, mas com lã (Deut. 18:4) e com comida (repare nas palavras de Jesus aos fariseus em Mt. 23:23). O argumento de que isso se dava porque na época não havia moeda é falso, pois o dízimo de Deut. 14:22-27 envolvia venda e compra – portanto os israelitas já dispunham de alguma moeda. O dízimo da Lei equivalia às primícias da lã da tosquia das ovelhas e dos primeiros frutos da colheita, portanto, somente os donos de rebanhos e de terras eram obrigados a dizimar. O pobre dava voluntariamente, mas não era obrigado a dizimar. Pelo contrário, o pobre colhia as sobras da colheita dos donos de terras (Dt. 24:19-21) e se beneficiava dos dízimos dos mais prósperos (Dt 26:12-13). Jesus e seus apóstolos não dizimavam, pois não eram donos de terras ou de rebanhos (eles eram considerados pobres e inclusivem se benefeciavam da Lei das sobras da colheita – Mateus 12:1-2). O imposto do templo era o único tributo compulsório pago por Jesus e seus discípulos (Mat. 17:24-27). Portanto, a maioria daqueles que usam Malaquias 3:9-10 para ensinar sobre o dízimo, chamando o pobre que não dizima de ladrão, não tem a menor idéia daquilo que está falando. Quem obriga o pobre a dizimar, de forma legalista, não pratica o dízimo nem da Antiga e nem da Nova Aliança.

Fonte: Pão & Vinho

Conexão da Graça disse...

O Dízimo na Bíblia e na História Parte 05

7) Uma prática antibíblica herdada da Idade Média passou por Lutero (simpático à Igreja Estatal) e se cristalizou entre nós: absolutamente nenhum pastor ou líder espiritual tem o direito de “fiscalizar” as ofertas de seus membros e/ou usar o dízimo como parâmetro para medir a espiritualidade de ninguém.Tal ato se constitui em uma arbitrariedade que contraria o ensinamento bíblico que nos diz que todo ato de caridade deve ser anônimo, algo pessoal entre aquele que oferta e o próprio Deus. E assim, o que nossa mão direita faz, a esquerda não tenha que saber (Mat 6:1-3).

8) Hoje em dia, a Igreja institucional pede dinheiro ao pobre, ensinando-o que ele tem que dizimar (caso contrário estará roubando a Deus). No entanto, ao invés de ajudar o pobre, investe em propriedades e edifica obras que permanecerão aqui depois que Jesus Cristo voltar. Para justificar tal prática, ensina que Deus um dia pagará com juros tudo aquilo que o fiel investiu na instituição religiosa. Ainda que seja verdade que Deus abençoa aquele que semeia de forma abundante, este é somente um lado da verdade. No Novo Testamento os necessitados eram abençoados por Deus por meio da Igreja, com os fundos provenientes das doações. Infelizmente, o dízimo da forma em que é ensinado e praticado na Igreja denominacional oprime o pobre, pois a Igreja somente ensina que Deus abençoará o pobre de alguma forma, em algum dia, mas recusa-se a ser parte deste processo. Assim , o evangelho deixou de ser as boas novas ao pobre (Lucas 4:18) para se tornar uma forma de opressão ao pobre.
Concluo, portanto, que ainda que o dízimo seja bíblico, a aplicação que lhe é dada nos dias de hoje está longe de ser. É nada mais que um imposto religioso que herdamos da Igreja Estatal da Idade Média.

Fonte: Pão & Vinho

Conexão da Graça disse...

INDIGNADO TAMBÉM FAÇO CORO COM O MANO ACIMA.

Esse pastor infelizmente defende a máquina eclesiástica, e como toda engrenagem precisa de recursos (as custas dos outros) para funcionar.

Por isso o dízimo é vaca sagrada para esses caras.

Abaixo o dízimo, e viva a liberdade da Graça em Cristo que nos constrange a liberalidade voluntária e não impositiva da lei da "DIZIMOLATRIA", que financia o egocentrismo de muitos mercenários.

Franklin Rosa

Davi disse...

Excelente texto! Pra que acho "LAMENTÁVEL". Eu digo o seguinte:
Os fariseus também deveriam estar pensado o mesmo que você quando Jesus falou isso.
Onde tá escrito na bíblia alugais salões e transformai minha palavra em comércio?