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Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, 10.jul.2017, Mateus 5

EU, porém vos digo: Amai a vossos inimigos, bem-dizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; [Lucas 23.34; 6.27-28; Atos 7.60; Romanos 12.14; 1Pedro 3.9; Salmos 7.4]
Para que sejais filhos do vosso PAI que está nos céus; porque faz que o Seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. [Lucas 6.35; Atos 14.17; Mateus 5.9; Jó 25.3; Salmos 145.9]
Pois, se amardes os que vos amam, que galardão havereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? [Lucas 6.32-35; Mateus 6.1; 9.10-11; 11.19; 18.17]
E, se saudares unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim? [Mateus 5.20; Lucas 6.32; 10.4-5; 1Pedro 2.20]
Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso PAI que está nos céus. [Levítico 19.2; Colossenses 1.28; Gênesis 17.1; Deuteronômio 18.13; Lucas 6.36]

[037478]

abril 21, 2011

Não-judeus não têm direito nem propósito em guardar a Páscoa judaica

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Tornou-se popular que cristãos gentios celebrem o seder judeu.

É verdade que o cordeiro pascal simboliza Cristo, o Cordeiro que Abraão [Gênesis 22.8] disse a Isaque que Deus proveria – mas o mesmo acontece com cada oferta levítica. No entanto, os cristãos não as oferecem mais hoje em dia. Então, por que celebram a Páscoa? Ela comemora o livramento ancestral do Egito, do qual os gentios não têm parte.

Mas a “Última Ceia” não era a Páscoa, e Cristo não deu a Ela um significado novo, dizendo que deveria ser celebrada continuamente até a Sua volta? Um significado novo? Impossível! A refeição da Páscoa, o cordeiro, tem um significado histórico envolvendo uma aliança eterna [Gênesis 17.7; 1Crônicas 16.15-18, etc.] a respeito da Terra Prometida. Esse significado não pode ser mudado.

Aos judeus (não aos gentios) é ordenado guardar a Páscoa para sempre [Êxodo 12.14]. O próprio Cristo não poderia ter dado um novo significado para a Páscoa.

Além do mais, a Última Ceia não era a Páscoa. Ela ocorreu na noite “antes da Festa da Páscoa” [João 13.1] e sem um cordeiro. Na manhã seguinte os judeus ainda estavam se guardando purificados para que pudessem “comer a Páscoa” [João 18.28]. Aquela tarde, quando Cristo estava sobre a cruz, era ainda a “parasceve pascal [preparação da Páscoa]” [João 19.14] – Os cordeiros ainda estavam sendo sacrificados para serem comidos na refeição da Páscoa naquela noite.

Mas Jesus não disse: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento” [Lucas 22.15]?

Sim, mas “esta Páscoa” não é a mesma com o cordeiro assado guardada somente pelos judeus em memória da libertação do Egito. “Esta Páscoa” foi algo novo inaugurado por Cristo a ser comemorado com pão e vinho (em memória do Seu corpo partido e de Seu sangue derramado) por todos que crêem nEle (judeus e gentios).

Por que, então, Jesus chamou essa nova instituição de Páscoa?

Porque como Israel foi liberto do Egito pela morte de um cordeiro, assim ela comemora a libertação, dos que crêem, do pecado, do mundo pecaminoso e do julgamento por vir, através do verdadeiro “Cordeiro de Deus”: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” [1Coríntios 11.26]. Paulo disse: “Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” [1Coríntios 5.7]. Este é nosso entendimento, compartilhado com o site "Chamada".


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

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